Festival de Curtas-Metragens de Sintra
12 a 15 Fevereiro 2015

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Juri

  • Filipe Vargas

    Filipe Vargas, inicia a sua carreia como ator em 2007, com a participação na série Conta-me Como Foi, no papel de Dino.

    Desde de então seguiram-se inúmeras presenças nas mais diversas produções de ficção nacional. A pouco- e-pouco, foram-se somando projectos e passou rapidamente a integrar elencos dos núcleos principais de cada projecto. Tendo ficado mais recentemente associado ao personagem Mariano, da novela Sol de Inverno.

    A sua versatilidade enquanto ator, permitiu-lhe conquistar papéis de relevância, não só no panorama televisivo mas também no cinema, onde se estreia em 2007 no filme Love Birds, de Bruno Almeida.

    Seguiram-se muitos realizadores e uma variedade imensa de personagens no grande ecrã. No panorama nacional, foi dirigido pelos reconhecidos, Manoel de Oliveira, António Pedro Vasconcelos, João Botelho, Gabriel Abrantes, Joaquim Leitão e João Nicolau.

    A nível internacional participou também em variadíssimas produções destacando-se, Night Train to Lisbon, de Billie August, Linhas de Wellington de Valeria Sarmiento, Mistérios de Lisboa, de Raoul Ruiz, entre outros. Atualmente podemos vê-lo no clássico Os Maias, na versão de João Botelho para cinema.

    Manuel Mozos

    Manuel Mozos, nasceu em Lisboa em 1959. Fez o curso de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema, entre 1981 - 84. Tendo trabalhado desde então como montador, argumentista, anotador ou assistente de realização, em filmes de inúmeros realizadores. Tem tido diversas colaborações com publicações, escolas, institutos, universidades, associações culturais e de cinema, cineclubes e festivais. Trabalhou também em teatro e espectáculos musicais.

    Como realizador, fez o seu primeiro filme em 1989, tendo até hoje realizado mais de 20 filmes, entre ficções e documentários, curtas e longas-metragens. Desde 2002 é técnico superior no A.N.I.M.- Cinemateca Portuguesa.

    Margarida Vila Nova

    Margarida Vila Nova, estreou-se no cinema em 1988 com o filme Dédé de Jean Louis Benoît. Desde então nunca mais parou tendo participado em várias longas metragens de realizadores como José Mario Grilo, Mário Barroso, João Botelho, Raul Ruiz, entre outros.

    No teatro, estreou-se em 2001, mas foi no ano seguinte que se afirmou com o sucesso de Confissões de Adolescentes, espectáculo que produziu e interpretou. Foram muitas as peças e os autores que representou. Desde Shakespeare a Heinrich von Kleist, passando por Luísa Costa Gomes a Frederico Garcia Lorca, autor do seu último trabalho Público, vencedor de um Globo de Ouro para Melhor Espetáculo de Teatro 2013.

    Popularizou-se em televisão como protagonista de várias novelas e telefilmes, com interpretações que mostram bem a sua versatilidade como atriz. Atualmente, podemos vê-la no papel de Leonor, na novela Mar Salgado.

  • Inês de Medeiros

    Nasceu em Viena de Austria em 1968. Cresceu em Lisboa onde começa a trabalhar como actriz ainda adolescente. Desde 1995 que partilha a sua vida entre Lisboa e Paris.

    Em cinema, como actriz, participou em mais de vinte longas metragens com realizadores como João Botelho, Joaquim Pinto, José Fonseca e Costa, Jacques Rivette, Pedro Costa, etc.

    No teatro onde começou, fez uma dúzia de espectáculos tanto em português como em Francês com encenadores como Ricardo Pais, Olga Roriz, Alain Rais, no Teatro nacional de São Carlos, no Théâtre de l’Odéon, no ACARTE, entre outros.

    Em 2007 assina a sua primeira encenação teatral no Centro Cultural de Belém com “Correspondência a Três”.

    Depois de ter trabalhado como assistente de realização de Teresa Villaverde, João César Monteiro e de Joaquim Pinto, desde 1998 que se dedica à realização de filmes de ficção e documentais.

    “Sr. Jerónimo” a sua primeira curta metragem de ficção é premiado em vários festivais dos quais se distinguem o prémio para melhor filme português no Festival Internacional de Vila Conde e o Prémio Canal+ em Brest.

    A sua primeira longa metragem documentário “O Fato Completo ou à procura de Alberto” é seleccionada para o Festival Internacional de Veneza, na secção Outros Territórios.

    O seu último filme, “Cartas a uma Ditadura”, recebeu o Prémio da Distribuição para o melhor documentário português no DocLisboa 2006, o FIPA de Prata no Festival Internacional de Biarritz, o Grande Prémio do Femina, no Rio de Janeiro e Prémio do Público na Mostra de São Paulo 2007.

    Em 2009 foi eleita deputada da Assembleia da República Portuguesa.

    Pedro Filipe Marques

    Natural do Porto. 1976.
    Licenciado em Realização cinematográfica pela ESTC.
    Mestrado em Comunicação e Artes pela Universidade Nova de Lisboa.

    No cinema, foi responsável pela montagem de filmes de realizadores como Pedro Costa, Manuel Mozos, Miguel Gomes, Margarida Cardoso, Sérgio Tréfaut, João Botelho, Inês Gonçalves, Marta Pessoa, entre outros.

    Em 2005, obteve o Prémio para a melhor montagem de uma curta-metragem, pelo filme "Amanhã" de Solveig Nordlund, no 13º Mediterranean Festival of New Filmmakers; em 2007, o Prémio para melhor montagem de um documentário, pelo filme "Lisboetas" de Sérgio Tréfaut e uma nomeação pela melhor montagem de um filme de ficção pelo filme "Juventude em marcha" de Pedro Costa, no 3º Festival de Cinema Cineport.

    Em 2008 realizou a curta-metragem "Eu luto" (Jumpcut produções) e em 2011 o documentário de longa metragem "A Nossa forma de vida" ( Melhor Primeira Obra Nacional - Doclisboa 2011, Menção Especial do Júri do Prémio Joris Ivens - Cinéma du Réel 2012, Menção Especial do Júri para Documentários de criação - Documenta Madrid 2012, Prémio Extra Muros - 7º Pravo Ljubski Film Festival em Sarajevo e obteve o Grande Prémio do festival, Prémio para o melhor realizador e Prémio D. Quijote, nos Caminhos do Cinema Português 2012).

    No teatro, realizou filmes para as peças "Omnisciência" (encenação de Nuno Carinhas, Teatro Aberto), "Ego" (encenação de João Pedro Vaz, Teatro Nacional D. Maria II), "História do soldado" (Orquestra Metropolitana de Lisboa, encenação de João Pedro Vaz) e "Capital & Cultura" (Teatro Oficina, encenação de João Pedro Vaz; e a dramaturgia de "Omnisciência", "O retábulo da peste" (co-encenação com Lígia Roque, EPL), "A paixão segundo Eurico" (criação colectiva, Causas Comuns e TNDM II) e "Capital & Cultura".

    Realizou para as edições do Teatro Nacional S. João, os filmes para as peças "Exatamente Antunes", "Alma" e “Ah, os dias felizes”, onde aliou princípios de documentário e ficção para a construção de objetos fílmicos denominados de Kinoteatros.

    Está em produção a sua segunda longa-metragem, “Os dias ao espelho”.