Festival de Curtas-Metragens de Sintra
ABRIL 2019

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Júri

  • ANA DAVID

    JÚRI COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

    Ana David (1989) é programadora de curtas-metragens no IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema Independente, recentemente apontada como programadora de documentários no BFI London Film Festival,
    e como membro do comité consultivo de selecção da Berlinale Panorama. Iniciou a sua carreira em 2010 no Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer onde trabalhou até 2015. Foi co-directora e programadora do festival durante três edições, tendo servido extensivamente como júri em festivais internacionais. Viveu em Paris durante dois anos onde colaborou até 2016 com o Festival Scope, a plataforma online de referência de streaming de filmes independentes seleccionados a partir de mais de 90 festivais e destinada a profissionais de cinema.
    Em 2016 coordenou o LISBON DOCS - Fórum Internacional de Financiamento e Co-produção de Documentários, um evento de workshop e pitching para projectos de documentário promovido pela EDN – European Documentary Network e pela Apordoc – Associação pelo Documentário. Em 2017 colaborou com a Portugal Film - Agência Internacional de Cinema Português lidando com a promoção internacional e a distribuição em festivais de um catálogo de novas longas e curtas-metragens Portuguesas.

      

    CLÁUDIA LUCAS CHÉU

    JÚRI COMPETIÇÃO NACIONAL

    Nasceu em Lisboa em 1978. Poeta, dramaturga e argumentista. É co-fundadora da Edições Guilhotina e da Teatro Nacional21. Frequentou o curso de Línguas e Literaturas Modernas (FCSH), concluiu o curso de Formação de Actores (ESTC). Tem publicados os textos para cena Poltrona – monólogo para uma mulher; Glória ou como Penélope Morreu de Tédio; Europa, Ich Liebe Dich; Violência – fetiche do homem bom; Círculo Onanista; Bank, Bank, You´re Dead, pelas edições Bicho-do-Mato/TeatroNacional D. Maria II; A Cabeça Muda, pela Cama de Gato Edições; Curtas da Nova Dramaturgia - Memória, Edições Guilhotina, 2015. Publicou também a micro peça Circle Jerk na Revista de Artes Escénicas Galega Núa. Em prosa poética publicou o livro Nojo, pela (não) edições. E em poesia, o livro Trespasse, Edições Guilhotina, 2014; e Pornographia (poesia), Editora Labirinto, 2016. Em 2017 foi publicado o seu livro Ratazanas™ (poesia), pela Selo Demónio Negro, S. Paulo.
    Encontra-se, neste momento, a frequentar o mestrado em Filosofia- Estética na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa.

     

    MARGARIDA LEITÃO

    JÚRI COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

    Margarida Leitão formou-se em montagem de cinema e é mestre em Desenvolvimento de Projeto Cinematográfico, na especialidade Dramaturgia e Realização, pela Escola Superior de Teatro e Cinema.
    Além de se dedicar à realização, trabalha regularmente como montadora e anotadora. Atualmente é professora na área da montagem na Escola Superior de Teatro e Cinema, e do documentário na ETIC- Escola de Tecnologias Inovação e Criação. 
    A sua primeira curta "Kilandukilu/Diversão" ganhou uma menção honrosa no Festival Internacional de Curtas de Vila do Conde. Realizou várias curtas metragens de ficção e documentários que foram exibidos em festivais por todo o mundo e na televisão. Os filmes “A Ferida” e “Muitos Dias tem um Mês” tiveram estreia comercial. O seu último filme, "Gipsofila", além de outros prémios nacionais e internacionais, recebeu o Prémio Especial do Júri no Festival Internacional de Turim. O seu trabalho recente explora imagens de arquivo familiar ou cinematográfico, perscrutando as fronteiras do ensaio audiovisual. "Gestos do Realismo" é citado na lista dos melhores ensaios audiovisuais de 2016 pela Fandor.

  • BEATRIZ BATARDA

    JÚRI COMPETIÇÃO NACIONAL

    Beatriz Batarda (nascida em Londres em 1974) é uma actriz portuguesa premiada pelas suas interpretações no cinema e teatro. Após as primeiras participações nos filmes Tempos Difíceis de João Botelho (1986) e Vale Abraão de Manoel de Oliveira (1991), foi em A Caixa (1993), também de Manoel de Oliveira, que se destacou. No ano 2000 termina a sua formação na Guildhall School of Music and Drama em Londres, galardoada com a medalha de ouro. Das suas participações em cinema destacam-se os realizadores José Àlvaro de Morais, João Mário Grilo, Ivo Ferreira, João Canijo, Margarida Cardoso, Marco Martins, Teresa Villaverde, Cristina Pinheiro, Andy Wilson, Thomas Vincent, Erik De Bruyn, Eugène Green, Christine Laurent, Bille August, Stan Douglas e Mike Dowse; no teatro pela direcção de Luis Miguel Cintra, Diogo Dória, João Perry, Carlos Pimenta, Marco Martins, João Lourenço, Carlos Aladro, Steven Unwin, Edouard Kemp e Joseph Blatchley. Hoje é actriz, encenadora, dirige a par com Marco Martins o Arena Ensemble e lecciona nas escolas ACT e EPTC.

     

    JOÃO FERREIRA

    JÚRI COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

    Nasceu em 1973, no Algarve, vive em Lisboa. Licenciado em Design de Equipamento pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos de Teatro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Formação como actor no IFICT. Director Artístico e Programador do Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer, desde 2004 e do Queer Porto, desde 2015. Curador no Festival de Cinema Curta o Gênero, em Fortaleza, no Brasil, desde 2017. Foi Assistente Convidado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra entre 2006 e 2015, no Curso de Estudos Artísticos. Integrou os Júris do Teddy Award (Berlim, 2005), Zinegoak (Bilbau, 2006), Festival de Cinema LGBT de Turim (2008); Mezipatra (Praga, 2008); Identities (Viena, 2009); Mix Brasil (São Paulo, 2012); Queer Palm (Cannes, 2014); e Sicilia Queer Filmfest (Palermo, 2016). Trabalhou como ator na Companhia Sensurround, dirigida por Lúcia Sigalho; e no Projecto Solilóquio, como ator, dramaturgo e encenador. Foi intérprete e encenador do espetáculo A Máquina-Hamlet, de Heiner Müller (2015). Premiado na área da escrita teatral, é autor de duas peças de teatro. É também autor de diversos artigos e comunicações, na área dos Estudos Queer, de Cinema e de Performance, em Portugal, Espanha, Itália, Alemanha e Brasil. É coorganizador do livro “Cinema e Cultura Queer”, lançado em setembro de 2014 e do livro “Cinema e VIH/SIDA”, a ser lançado em 2018.

     

    SÉRGIO TRÉFAUT

    JÚRI COMPETIÇÃO NACIONAL

    Nasceu no Brasil em 1965, filho de mãe francesa e de pai português no exílio. Formou-se em filosofia na Sorbonne e começou a sua vida profissional em Lisboa, como jornalista. Desde há 20 anos é produtor e realizador. Os seus documentários foram exibidos em mais de 40 países e receberam diversos prémios nacionais e internacionais: Outro País (1999), Fleurette (2002), Lisboetas (2005), A Cidade dos Mortos (2009), Alentejo, Alentejo (2014), Treblinka (2016). A sua primeira longa metragem de ficção, Viagem a Portugal (2011), com Maria de Medeiros e Isabel Ruth, também recebeu vários prémios internacionais.
    O seu último filme Raiva (2017) estreia brevemente na competição internacional do Festival de Moscovo. Entre 2004 e 2010 Sérgio Tréfaut dirigiu o Festival Doclisboa.