Festival de Curtas-Metragens de Sintra
11-15 de Abril 2018

Pt En

Frontal


Coisa de AlguémSusanne Malorny, Portugal, DOC, 2014 - 25’

O Departamento de Perdidos e Achados de Lisboa parece mais uma antiga oficina artesanal do que um escritório. A sua missão é especial: garantir exílio a todos os artigos pessoais perdidos e recolhidos na área da grande Lisboa. É impossível prever se as coisas perdidas alguma vez vão reencontrar os seus donos, de quem revelam bastante mas usualmente não o suficiente para os identificar. O dia-a-dia desta instituição dentro da PSP torna-se um observatório inesperado da dinâmica de perder, achar, possuir e esquecer numa complexa cidade actual.

Não são Favas, São FeijocasTânia Dinis, Portugal, DOC, 2013 - 10’

Conflito geracional de pessoas que vivem do campo, para o campo. A realizadora e a sua avó.
O confronto da imagem com aqueles nela representados.

PrimáriaHugo Pedro, Portugal, DOC, 2013 – 20’

Uma turma de 4º ano inicia o terceiro período de aulas e prepara-se para os exames nacionais. Enquanto aproveitam os últimos dias de alegria no recreio, nas aulas as crianças preparam-se para deixar a sua primeira escola. Um filme sobre o momento em que se deixa a segurança de um ciclo e se vai em direcção à incógnita que é o seguinte.

Pronto, Era AssimJoana Nogueira e Patrícia Rodrigues, Portugal, ANIM/ DOC, 2015 – 13’

“Pronto, era assim” é um documentário animado, executado em stop motion e complementado com animações 2D, realizado no âmbito da Academia RTP 3.0. A curta-metragem apresenta a história de vida de seis idosos, quatro senhoras e um casal, que sob a forma de entrevistas dão voz aos objetos que protagonizam este documentário, partilhando as suas histórias de vida em momentos fragmentados que oscilam entre o passado, presente e futuro.

Rhoma AcansLeonor Teles, Portugal, DOC, 2012 – 12’

A história de família de um pai cigano e de uma mãe não cigana serve de inspiração à realizadora para ir à procura do que a sua vida teria sido se o pai, inspirado pela sua própria mãe, não tivesse quebrado a tradição onde nasceu.
Neste percurso encontramos a jovem Joaquina, inserida na comunidade cigana que serve de referência à realizadora na sua auto-descoberta.